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PiTacO do PapO! 'O Tigre e o Dragão - A Espada do Destino' - 2016

NOTA 7.9

'O Tigre e o Dragão' foi um 'arrasa quarteirão' lá pelos idos de 2001 que tinha a direção do inovador Ang Lee. O filme além de faturar 4 Oscar e outras 6 indicações ,trouxe uma linguagem super original ao universo dos filmes de artes marciais e ainda por cima ajudou a quebrar mais uma vez a barreira e o preconceito com uma categoria de filmes que não era consumido com fervor não só pelos americanos, mas como em boa parte do mundo. 

Os atores japoneses também tiveram seu passe aumentado em razão do sucesso da obra de Lee, e Hollywood escancarou de vez e explorou esse nicho no mercado cinematográfico. A Netflix, de olho na produção não só de séries , mas também de longas metragens trouxe o que seria a sequência desse sucesso de 2001.   




Nessa continuação que se passa dezoito anos após a morte de Li Mu Bai, Yu Shu Lien (Michelle Yeoh) é chamada para ajudar a proteger a espada do destino. Forjada na dinastia Qin e repleta de detalhes esverdeados, ela possui a fama de ser a mais poderosa espada de sua época e é agora alvo de Hades Dai (Jason Scott Lee), um perigoso déspota local que envia o jovem Tiefang (Harry Shum Jr.) para roubá-la. O que ele não contava era que a espada seria também protegida por Snow Vase (Natasha Liu Bordizzo), uma jovem de passado misterioso, e Silent Wolf (Donnie Yen), que possui uma forte ligação com Shu Lien.

Dessa vez,  tudo diferente... ou quase!  
Os únicos que participaram do projeto original são Michelle Yeoh, que reprisa seu personagem,  e Woo-Ping Yuen antes responsável pelas coreografias e agora na direção, os demais são todos novos na produção. 

Não dá pra comparar,  são outros tempos e o fator novidade realmente não existe, mas plasticamente falando , o 'O Tigre e o Dragão- A Espada do Destino' causa quase que o mesmo impacto visual que seu antecessor. É bem verdade que peca pelo roteiro simplório e 'novelesco' demais, que não chega a ser um grande problema: as lutas lindamente coreografadas , justamente o que nos ganhou no primeiro filme , estão todas lá e se o filme não convence pelo argumento ,  pelo menos atrai  o olhar pelo deslumbre das imagens. 

Sim,  cinema também é imagem e esse pequeno grande detalhe pode fazer toda diferença em determinadas produções. 

 Vale Ver !  



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