PiTacO do PapO! 'Um Homem Chamado Ove' - 2017
NOTA 7.5
Dentre todos os indicados ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, 'Um Homem Chamado Ove', o representante sueco na disputa, talvez seja o menos expressivo em sua forma, mas nem por isso menos interessante. O filme que tem previsão de estreia essa semana, (e acredito que em poucas salas por aqui), é baseado no livro 'A man called Ove', de Fredrik Backman.
No filme, seremos apresentados à Ove (Rolf LassgÃ¥rd), um idoso bastante metódico e de difÃcil trato. Sua rotina começa com uma ronda pelo complexo onde habita (com rÃgidas leis formuladas na época em que ele era presidente da associação de moradores). Ranzinza e com forte tendência anti-social, ele planeja seu suicÃdio para ficar junto de sua amada esposa, Sonja (Ida Engvoll), que faleceu meses atrás. Mas seus planos são constantemente interrompidos pelos vizinhos, especialmente pela famÃlia da iraniana Parvaneh (Bahar Pars), que recém chegou ao local.
Um homem insuportável, fechado para tudo e todos e que nutria uma mágoa do mundo em função de uma culpa adquirida no passado. Esse argumento geralmente é visto em 'n' roteiros filmados por aÃ. De inÃcio, até pensamos que a história vai se desvencilhar dos velhos conceitos das tramas de auto superação e inovar, mas isso é só uma ligeira impressão inicial. Logo em seguida vamos descobrindo que o formato de contar a história em flash backs será mesmo a pegada de 'Um Homem Chamado Ove', até aà tudo bem. Mas a história paralela não consegue fugir dos clichês e nos damos conta que se o longa se passasse somente durante a maior idade de Ove, ele seria muito mais atraente.
Mas não posso negar que a história pregressa do nosso protagonista deixe a trama leve e ensolarada (apesar da atuação mediana do ator Filip Berg - que vive Ove na juventude), além claro de revelar os motivos pelos quais ele se tornou um homem tão amargo. Ainda com todos os traços viciosos, é possÃvel se divertir com o ator Rolf LassgÃ¥rd, impagável na pele do personagem.
Dentre todos os indicados ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, 'Um Homem Chamado Ove', o representante sueco na disputa, talvez seja o menos expressivo em sua forma, mas nem por isso menos interessante. O filme que tem previsão de estreia essa semana, (e acredito que em poucas salas por aqui), é baseado no livro 'A man called Ove', de Fredrik Backman.
No filme, seremos apresentados à Ove (Rolf LassgÃ¥rd), um idoso bastante metódico e de difÃcil trato. Sua rotina começa com uma ronda pelo complexo onde habita (com rÃgidas leis formuladas na época em que ele era presidente da associação de moradores). Ranzinza e com forte tendência anti-social, ele planeja seu suicÃdio para ficar junto de sua amada esposa, Sonja (Ida Engvoll), que faleceu meses atrás. Mas seus planos são constantemente interrompidos pelos vizinhos, especialmente pela famÃlia da iraniana Parvaneh (Bahar Pars), que recém chegou ao local.
Um homem insuportável, fechado para tudo e todos e que nutria uma mágoa do mundo em função de uma culpa adquirida no passado. Esse argumento geralmente é visto em 'n' roteiros filmados por aÃ. De inÃcio, até pensamos que a história vai se desvencilhar dos velhos conceitos das tramas de auto superação e inovar, mas isso é só uma ligeira impressão inicial. Logo em seguida vamos descobrindo que o formato de contar a história em flash backs será mesmo a pegada de 'Um Homem Chamado Ove', até aà tudo bem. Mas a história paralela não consegue fugir dos clichês e nos damos conta que se o longa se passasse somente durante a maior idade de Ove, ele seria muito mais atraente.
Mas não posso negar que a história pregressa do nosso protagonista deixe a trama leve e ensolarada (apesar da atuação mediana do ator Filip Berg - que vive Ove na juventude), além claro de revelar os motivos pelos quais ele se tornou um homem tão amargo. Ainda com todos os traços viciosos, é possÃvel se divertir com o ator Rolf LassgÃ¥rd, impagável na pele do personagem.
Sim, dentre as obras primas dos indicados ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro esse ano, 'En man som heter Ove' (no original) é com certeza o de menor brilho mas nem por isso descartável.
Vale Ver !
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